Que história linda, mágica e en-cantadora...
(os autores)
Um livro sem final
Boa noite queridos formandos! Boa noite pais e amigos!
Foi muito difícil elaborar essa página para esse livro que não tem fim em agradecimento e homenagem aos meus alunos do Terceirão. Talvez porque, ao longo desses três anos, nossa relação tenha extrapolado os limites do papel, da sala de aula e se estendido à vida pessoal - e até virtual -, ou talvez porque, olhando agora bem de perto e com olhos livres, vejo que não sei ao certo quem foi professor e quem foi aluno nesta história. Só sei que aprendi...
E aprendi muito: da poesia das coisas e das pessoas, do prazer da descoberta, da amorosidade. Porque é sempre o amor: a gente só aprende e apreende o amor e por amor.
Então, pais, obrigada, obrigada porque amei e fui amada pelos seus filhos, mais do que imaginei que poderia ser. E por amor recriamo-nos juntos e em multimeios diferentes: pela palavra, pela imagem, pelo som e pela arte.
Foi uma convivência-pluft. Não foi fácil como não são e não podem ser as relações afetivas e efetivas e, por isso, valeu a pena: valeram nossas brigas, nossos desentendimentos, nossas lágrimas porque de cada uma delas nasceram dois sorrisos, dois abraços, dois corações, duas ações. Nasceu um filme, um calendário, um Guimarães, um Dorian, um blog, uma viagem. Nasceram artistas: desenhistas, fotógrafos, atores, modelos, diretores, roteiristas, artesãos, decoradores, poetas, escritores, autores de suas próprias vidas... Cresceram Homens e Mulheres inacabados e prontos para o devir... e o dever.
Boa noite queridos formandos! Boa noite pais e amigos!
Foi muito difícil elaborar essa página para esse livro que não tem fim em agradecimento e homenagem aos meus alunos do Terceirão. Talvez porque, ao longo desses três anos, nossa relação tenha extrapolado os limites do papel, da sala de aula e se estendido à vida pessoal - e até virtual -, ou talvez porque, olhando agora bem de perto e com olhos livres, vejo que não sei ao certo quem foi professor e quem foi aluno nesta história. Só sei que aprendi...
E aprendi muito: da poesia das coisas e das pessoas, do prazer da descoberta, da amorosidade. Porque é sempre o amor: a gente só aprende e apreende o amor e por amor.
Então, pais, obrigada, obrigada porque amei e fui amada pelos seus filhos, mais do que imaginei que poderia ser. E por amor recriamo-nos juntos e em multimeios diferentes: pela palavra, pela imagem, pelo som e pela arte.
Foi uma convivência-pluft. Não foi fácil como não são e não podem ser as relações afetivas e efetivas e, por isso, valeu a pena: valeram nossas brigas, nossos desentendimentos, nossas lágrimas porque de cada uma delas nasceram dois sorrisos, dois abraços, dois corações, duas ações. Nasceu um filme, um calendário, um Guimarães, um Dorian, um blog, uma viagem. Nasceram artistas: desenhistas, fotógrafos, atores, modelos, diretores, roteiristas, artesãos, decoradores, poetas, escritores, autores de suas próprias vidas... Cresceram Homens e Mulheres inacabados e prontos para o devir... e o dever.
(Nessa e eu)Agora, nós não temos mais a turma e isso dói. Mas, pluft, nós temos: a Ana, a Camila, o Douglas, o Dú, o Federico, o Fernando, o Henrique, o Carlinhus, a Jô, a Lá, o Lú, a Marília, a Miriã, o Bissoli e a Nessa. Amigos para toda a vida. Indivíduos únicos, diferentes e diferenciados, prontos para vi-ver plena e livremente suas histórias, algumas já começadas, como aquela de Porto Seguro, a da mudinha de cabelo, a do sonho sonhado na carteira, a desenhada durante a aula, a de mão na mão, trancinhas, TPMs, gesso, a do â......
E antes de eu terminar porque eu não vou terminar nada eu só estou começando, agora é com vocês, o livro está aberto: escrevam nele; não tenham medo dos espaços: preencham; se errar, apaguem; se não der para apagar, rabisquem; escrevam por cima... Mas escrevam: sempre!
Antes, eu quero deixar nesse livro um risco (porque é o risco que vale a pena, sempre) um risco que fala do orgulho, dos meus parabéns a vocês, dos parabéns que, tenho certeza, começam aqui e vão se construir no durante. Mas, é um risco que está além das minhas palavras, então eu vou chamar o Eric para me ajudar, tá? Porque, como a gente viu ao longo desse processo: nada se faz sozinho, o tudo só se faz na relação:
(Lú, eu, Eric: os caretas)

